sábado, 25 de março de 2017

Chelsea Clinton

"Ela representa as mulheres que são inteligentes e cool", afirma a revista Vice sobre Chelsea Clinton. Os pais, depois da derrota, desapareceram de cena mas a filha tornou-se o centro das atenções. É o membro mais mediático da dinastia política desprezada pelos esquerdistas e os conservadores. No Twitter ridicularizou a Lei Americana de Assistência à Saúde como "nojenta", falou contra o violento nacionalismo branco e opôs-se a um projecto de lei federal que permite "o assassinato cruel de animais bebés". O  New York Times, sempre diligente, escreveu um artigo sobre a actividade da jovem na media social e há rumores de que ela poderia estar pensando em concorrer ao Senado em 2020. Esta semana, foi anunciado que Chelsea actualmente com 37 anos receberia um prémio da Variety e do canal Lifetime pelo seu trabalho de caridade. Algumas pessoas criticam tudo isto, acusando-a de beneficiar do nepotismo. Do poder e da influência dos pais. Pouca gente acredita que ela não estaria nos conselhos de IAC e Expedia, sem o seu sobrenome. Bem...até pode ser qualificada para os cargos, mas há quem pense que se aproveitou da posição dos pais na sociedade. A mim, o que me irrita são as ligações entre a indústria do entretenimento corporativo e o "neoliberalismo progressista". Ou a forma como a cultura pop remodelou as opiniões à sua imagem.

Não me fodam!

O programa de Bill Maher de sexta-feira contou com um painel incluindo a louca teórica da conspiração Louise Mensch, Chris Hayes,Timothy Snyder e Matt Schlapp. O debate era sobre o ataque terrorista de Londres e o Islão. A neocon Mensch sugeriu que Vladimir Putin era o responsável pelo terrorismo islâmico na União Europeia. Chocado, Maher afirmou: "Sempre que uma bomba explode, alguém grita 'Allahu Akbar'. Eu nunca ouvi ninguém dizer Feliz Natal. Existem exércitos terroristas cristãos como ISIS, Al Qaeda, Boko Haram, Al Shabab? Existem exércitos desses que não sejam muçulmanos? Não me fodam....Se um país europeu algum dia no futuro se tornasse 51% muçulmano, seria o mesmo país? Teria os mesmos valores, as mesmas leis?"

sexta-feira, 24 de março de 2017

Fascismo Negro

Para já, acho tudo isto estúpido e racista. Para não lhe o chamar uma manifestação de fascismo negro da sociedade de espectáculo. A pintura com o título Open Casket que está exposta na 78ª edição da Whitney Biennial de Nova Iorque tem sido alvo de duras críticas pela "sua insensibilidade racial". A obra retrata o corpo de Emmett Till, um miúdo de 14 anos que foi brutalmente assassinado em 1955 por ter assobiado a uma mulher branca. A questão tem a ver com o facto da autora ser Dana Schutz, uma artista americana branca. Quanto à pintura deriva de uma fotografia do corpo de Till que foi publicada em revistas por iniciativa da mãe do rapaz, desempenhando um impulso no movimento dos direitos civis. O artista negro Parker Bright tem protestado pacificamente junto da pintura desde a abertura da exposição. Usa um t-shirt que diz na frente, "no lynch mob" e "black death spectacle" na parte de trás. Num vídeo qualificou a pintura como "uma injustiça para a comunidade negra", acrescentando que perpetua "o mesmo tipo de violência" que sofreu Till. Estas preocupações tiveram eco nas redes sociais. O fotógrafo Emmanuel Olunkwa escreveu: "A obra de Schutz perpetua o que ela procura activamente criticar, fetichiza a morte negra e normaliza a violência que os negros vivenciam diariamente". A artista Hannah Black escreveu uma carta aberta aos curadores e funcionários da Bienal pedindo-lhes para remover e destruir o trabalho. Considera que não é aceitável uma pessoa branca "transmutar o sofrimento dos negros em lucro e diversão". Numa declaração enviada por e-mail para o jornal The Guardian, a branca Dana Shultz  respondeu: "Eu não sei o que é ser negro na América, mas eu sei o que é ser uma mãe. Emmett era o único filho de Mamie Till. Este pensamento está além da compreensão". Os curadores Christopher Y. Lew e Mia Locks, responsáveis pelas escolhas da Bienal, encontraram-se com Bright para discutir o seu protesto. Lew disse à revista Artnet: "Para nós, era uma questão que abrange todas as raças. Há negros assassinados, mas num sentido maior este é um problema americano".

Tura Satana

John Waters aparece num documentário sobre Tura Satana, a lendária estrela do cinema japonês, que inclui entrevistas com o cineasta e outros admiradores da actriz e dançarina exótica. O filme, intitulado Tura! será dirigido e produzido por Cody Jarrett que afirmou: "Qualquer actriz que vemos nos filmes, Tura estava lá primeiro. Ela abriu o caminho para elas e merece reconhecimento por isso". John Waters, Dita Von Teese, Shannon Lee (filha de Bruce Lee) e outra figuras como Siouxzan Perry que era o agente de Satana também deram o seu contributo. Um dos filmes mais famosos da bela Tura é Faster, Pussycat! Kill! Kill! de 1965. Era Varla, uma personagem feminina muito agressiva e sexual que fazia diversas acrobacias e cenas de luta. É uma ode à violência feminina baseada num conceito criado por Russ Meyer e o argumentista Jack Moran

PUSS PUSS

A imagem da "senhora louca do gato" tem atormentado muita gente no mundo. Mas a revista PUSS PUSS está a mudar isso com um crossover dedicado aos amantes dos felinos, da arte, da música e da moda. A revista, fundada e editada por Maria Joudina, é um projecto onde os queridos gatos assumem o protagonismo. Na primeira edição apareceu Ai Weiwei com o seu belo animal de estimação. Esta última (a quinta) tem na capa Grace Coddington fotografada por Juergen Teller.

The Stranglers


Ligações Perigosas


James Clapter, director da CIA, mentiu no Congresso. No mesmo dia em que Devin Nunes deu uma conferência de imprensa revelando que Trump estava sob "vigilância acidental" o advogado Larry Klayman, presidente da FreedomWatch, enviou uma carta ao Comité de Inteligência, apresentado sob juramento num escritório do FBI de Washington DC pelo seu cliente Dennis Montgomery, ex analista da CIA e da NSA, que teria "as chaves para refutar as falsas alegações de que não haveria evidências de que o presidente e os seus homens foram escutados". Este denunciante deixou as agências levando consigo 47 discos rígidos que incluem 600 milhões de páginas de informação, segredos de Estado na maioria classificados. Mais material do que o famoso Eward Snowden que se refugiou na Rússia, enquanto Montgomery permanece no país arriscando a sua vida. Agora veio perturbar o cenário divulgado nos meios de informação do sistema. Já tinha tentado alertar as entidades governamentais apropriadas, incluindo as comissões de inteligência do Congresso, para expor as agências de espionagem que desde há anos estão envolvidas em vigilância ilegal, sistemática, incluindo o presidente do Supremo Tribunal, 156 juízes e homens famosos como Donald Trump. Trabalhando com o ex-director da DIA (Direcção Nacional de Inteligência), James Clapper e John Brennan, director da CIA  na administração Obama, ele testemunhou esta "intrusão orwelliano da vida privada com um propósito coercitivo, chantagem e outras missões nefastas". As alegações de Montgomery foram intencionalmente ignoradas porque a informação era muito "quente" para lidar com as comissões de inteligência e justiça, pois sabiam que estas vigilâncias ilegais estavam em curso. Com a ajuda de Royce C. Lambert do Tribunal de Distrito dos Estados Unidos para o Distrito de Columbia, e sob concessões de imunidade, Montgomery reproduziu os discos rígidos e foi entrevistado sob juramento em uma sala segura num sala do FBI no Distrito de Columbia, apresentando suas informações / provas de espionagem ilegal pela administração Obama.
Mongomery afirma que estas agências de espionagem adulteram o voto na Flórida '08, ajudando Obama a "ganhar" a eleição. Na quinta-feira, Klayman deslocou-se a Washington para se reunir com Devin Nunes, o presidente do Comité, na esperança que ele confrontasse o comissário do FBI com a evidência de Montgomery. Depois de hesitações, aparentemente para encobrir certas cumplicidades da administração Obama, Nunes deu uma entrevista admitindo que a equipa de Trump estava sob "vigilância acidental" antes de assumir o cargo de presidente. Eis uma cópia da carta dirigida a Devin Nunes.

O Centrista


Não tenho dúvidas de que o próximo presidente da França será Emamanuel Macron. Há quem lhe chame o ideólogo do liberalismo económico. Segundo uma sondagem da BVA para o Tribune, 54 por cento dos franceses acham que o programa económico do jovem candidato iria melhorar a situação económica na França. Em contraste, 72% dos franceses pensam o oposto do programa de Benoit Hamon. Embora a cultura económica francesa seja em geral estatista, funciona cada vez mais perto do centro do espectro político. Neste contexto, Macron marca um monte de pontos para as eleições presidenciais. Mais consensual que Francois Fillon, menos utópico que Benoît Hamon ou Jean-Luc Mélenchon, menos isolacionista do que Marine Le Pen, parece ter encontrado o tom certo na área económica. E nas outras.

Bernie Sanders


Segundo William Guebhardt há um despertar da esquerda americana. Depois da derrota nas primárias Bernie Sanders não desistiu de empurrar o Partido Democrática para a esquerda. Criou o movimento Our Revolution para continuar a sua luta. Propõe-se controlar o partido nas bases. Enquanto o PD tenta todos os meios para desacreditar Trump, os apoiantes Sanders estão ganhando cada vez mais influência dentro do Partido Democrata. Na Califórnia mais de metade dos delegados à Convenção Democrática do estado são apoiantes de Sanders que tem um arquivo feito durante a sua campanha com dados de 5 milhões de partidários jovens que podem ser contactados por telefone ou email. O establishment, incluindo os media de "referência" é hostil a Sanders que não hesitou em atacar o PD no seu conluio com Wall Street e o mundo financeiro. Os "super-delegados" são fundamentais nas primárias democratas. A esmagadora maioria votou em Hillary Clinton (570 contra 43), negando toda a esperança de vitória a Sanders que se conseguir ter partidários na função de super-delegados, tem uma chance real de vencer a primária em 2019.

Tudo dito


Traição de Valls


Manuel Valls foi acusado de traição pela Alta Autoridade por não apoiar Benoît Hamon. Parece estar mais virado para Macron que não é o candidato do Partido Socialista. Na verdade, as primárias são um truque para tentar silenciar no interesse dos partidos as rivalidades entre os candidatos. É óbvio que os programas de ambos são bem diferentes. De resto, o PSF é um conglomerado de tendências, unidos pelos interesses que no fundo são incompatíveis.

John Lennon



Morte da Verdade

Um novo conceito político-linguístico está actualmente muito em voga. É a chamada "pós-verdade" que foi escolhida em 2016 como a "palavra do ano" pelo Oxford Dictionary. O termo surgiu nos EUA, na esteira da "teoria francesa" no início de 1990 quando escritores como Michel Foucault e Jacques Derrida começaram a desacreditar a noção de verdade como uma "grande narrativa. No processo, um número significativo de jornalistas mandou às urtigas o seu dever de neutralidade perante os factos. A palavra popularizou-se em 2004 com o livro de Ralph Keyes denominado The Post Truth Era. A "pós-verdade" não é a mentira, mas a indiferença à distinção entre a verdade e a falsidade. Refere-se a um período em que os fatos objectivos são menos importantes do que a emoção para moldar a opinião pública. Neste contexto, o papel das vítimas é essencial. A imagem do   pequeno Aylan, afogado nas margens do Mediterrâneo, usado como um argumento para a recepção de migrantes, é um exemplo típico. Somos bombardeados com notícias, comentários e imagens que ocorrem a uma velocidade vertiginosa. Há uma "sobrecarga de informação". Propaganda e informação enganosa, o papel dos spin doctors, as redes sociais, o uso de algoritmos, a combinação de informação e entretenimento na televisão...Como disse Noam Chomsky "há muito tempo que a imprensa se colocou a serviço da ideologia dominante, tornando-se também os principais fabricantes das notícias falsas"

A Hipocrisia

Esta é a atitude do relativismo criminoso e palerma ocidental (Londres, Berlim, Paris, Bruxelas e...etcétera) quando o Estado Islâmico faz um atentado. Já não se aguentam as flores, as velas, as reuniões de pesar desta gente  típica da sociedade de espectáculo, manipulada pelos media, que não percebe ou finge que não percebe o que está a acontecer. Os militantes do ISIS tal como os da al -Qaeda são fanáticos que associam a religião em que acreditam a uma ideologia pela qual estão dispostos a morrer. É óbvio que também têm uma agenda política.
 The pro-Islamic State (IS) Yaqeen Media Foundation publicou um infográfico promovendo o ataque junto ao Parlamento Britânico de Londres. Os apoiantes do Estado Islâmico celebraram o ataque de 22 de Março de 2017 e ameaçam com novos novos ataques.

Holande, o tonto


quinta-feira, 23 de março de 2017

A New Sunrise...

David Lynch e Kyle Maclachlan reúnem-se numa curta metragem surreal com o título de A New Sunrise Over Sunset e que é dirigida por Shaniqwa Jarvis. Conta ainda com a designer Cali DeWitt, a artista visual Brendan Fowler, o cantor James Fauntleroy e o vocalista Nia Andrews. O filme de cinco minutos e meio estreou esta semana. É produzido por uma parceria entre a Fundação David Lynch e a Dazed Media que já tinha criado um anúncio para o novo hotel de Los Angeles, The James West Hollywood.

Versace Crime Story

Para a série "Versace: American Crime Story" sobre o assassinato em Miami do estilista italiano Gianni Versace já existe um elenco. O criador da obra Ryan Murphy não parece ter acertado. Edgar Ramírez interpreta Versace e o seu assassino é encarnado por Darren Criss. Para o papel de Donattela foi escolhida a insuportável Penélope Cruz.

Consumismo brutalista

A estampa do Che Guevara já passou de moda. A Urban Outfitters estava vendendo uma T-shirt com o desenho de uma mão segurando uma flor. Até aí tudo bem, só que… esse é o logo do PSOE (Partido Socialista Espanhol). E gerou-se uma enorme agitação na Internet com reclamações e memes. A página que vendia a camiseta, saiu do ar. No desfile masculino da Balenciaga surgiram peças que lembram o logo de Bernie Sanders. O candidato americano que foi afastado da corrida por Hillary Clinton comentou o facto com muito bom humor. Vale a pena lembrar que Demna Gvasalia, a actual estilista da Balenciaga, nasceu sob o regime socialista na Geórgia em 1981. Tudo isto mostra como a sociedade de consumo perverteu, deglutiu e esvaziou tudo. Até as ideologias se transformaram em rigorosamente nada.

Bjarne Melgaard


The casual Pleasure of Disappointment é uma exposição de Bjarne Melgaard que se encontra até 9 de Abril na Red Bull Arts New York, um espaço polivalente de Chelsea. Trata-se da reconstrução de uma loja de roupas. O artista norueguês alcançou o reconhecimento nos Estados Unidos depois da sua instalação psicadélica na Whitney Biennale de 2014. Colaborou o com o designer Bjørg Nordli-Mathlisen na galeria Gavin Brown Enterprise onde explorou a subversão da indústria da moda e das suas noções codificadas de estética, beleza e política. Envolvendo manequins fisicamente desproporcionados, em vários suportes e maquilhagens que variam do bizarro ao absurdo, os arranjos de Melgaard invertem a lógica do vestir, transformando o corpo num agente de estética performativa. Desprovido de emblemas culturais, sociais ou económicos. As pinturas e instalações misteriosas, os slogans anti-gay como "cada homem gay é um desapontamento" desafiam as regras do politicamente correcto.

Erotismos marinhos

O fotógrafo e cineasta francês Jean Painlevé (1902-1989), uma figura original nas artes do século XX, tem parte da sua obra exposta até 4 de Junho na Ikon Gallery de Birmingham, na Inglaterra. São imagens peculiares da vida marinha registadas numa série de filmes, bem como fotografias e jóias. Foi um dos artistas de vanguarda que trabalhou na década de 20 em Paris, juntamente com Luis Buñuel, Sergei Eisenstein, Man Ray e Alexander Calder. O nariz do camarão, as espinhas do cavalo-marinho ou as garras de um caranguejo causaram sensação na época. Um dos filmes mais famosos deste apaixonado pela ciência foi L'Hippocampe ou Cheval Marin de 1934 que provocou a ira dos censores por mostrar cópulas. Estrelas da arte global, como Pierre Huyghe e Philippe Parreno, defenderam os filmes aquáticos de Painlevé que, nos últimos anos, foram vistos em exposições colectivas, tornando-se um ponto de referência para a crescente obsessão do mundo artístico pelo reino animal. Os seus métodos eram muito mais caseiros do que os de Steve Zissou, o herói de Wes Anderson. Em vez de tubarões leopardo, os protagonistas dos filmes de Painlevé eram pequenas criaturas: camarões, lulas, polvos, lesmas ou caracóis capturados à mão em águas rasas ao largo da costa da Bretanha.

Daniel Johnston


Morto em Kiev

Um ex-deputado comunista procurado por Moscovo foi morto a tiro em plena luz do dia no coração da capital ucraniana na quinta-feira, no que Kiev classificou como "terrorismo de Estado". Houve uma troca de fogo em frente à entrada do Premier-Palace Hotel. Morreu um indivíduo e outras duas pessoas ficaram feridas. O morto foi identificado como Denis Voronenkov, segundo confirmou o chefe da polícia de Kiev citado pela TASS. O ex-membro da Duma foi baleado duas vezes na cabeça perto da entrada principal do hotel. O assaltante feriu o guarda-costas de Voronenkov que também contra o atirador. O suspeito] está sob protecção policial, recebendo assistência médica prioritária num hospital. Voronenkov, ex-membro do Partido Comunista Russo, emigrou da Rússia para a Ucrânia em Outubro de 2016. Recebeu a cidadania ucraniana em Dezembro, tendo renunciado ao estatuto de cidadão russo. Era extremamente crítico das autoridades russas. A alegada corrupção do parlamentar fugitivo também apareceu numa investigação do opositor russa Aleksey Navalny que teria descoberto que Voronenkov tinha muito mais activos do que a sua renda anual oficialmente declarada de 2,4 milhões de rublos.O presidente ucraniano Petro Poroshenko acusou a Rússia de um "assassinato astuto". Dmitry Peskov, o porta-voz do Kremelin, rejeitou as acusações de Kiev como "absurdas" em comentários às agências de notícias russas.

Louise Mensch

Descobri este texto jocoso sobre Louise Mensch na revista Vice, datado de 26 de Fevereiro de 2013. Uma delícia.
O que ela está fazendo, tentando me tirar de um emprego?











"Estou tendo o pior dia. É Fevereiro, o começo da semana, estou totalmente num dia pós menstrual e agora Louise maldita Mensch está tentando roubar o meu trabalho. Louise Mensch, a ex-deputada Tory que abandonou seu distrito eleitoral de Corby no ano passado para se mudar para Manhattan e ser Carrie Bradshaw mais as crianças. Eu sou um pouco obcecado com ela: ela fez Inglês em Oxford, internadá na MTV e trabalhou em relações públicas na EMI, antes de decidir que era por ser legal e se tornou a rapariga poster para o sexy-Toryism (em grande parte, deve-se dizer, por padrão). Sinto-me mal por ela, mas acho que é isso que acontece quando você se junta a uma festa política onde todos parecem um presunto que foi deixado numa piscina durante todo o verão..."
Depois de criar um blogue de moda "feminista"  intitulado Unfashionista onde tecia elogios às curvas de Kim Kardashian, actualmente publica artigos no "referenciado" New York Times. Vale a pena ler o que diz o Observer sobre a senhora.

Descrédito do NYT

O prestigiado jornalista de investigação Robert Parry, autor de vários livros, afirmou que o New York Times "se afunda num novo Mccarthism", aludindo às forçadas teorias de conspiração sobre as ligações de Trump à Rússia. Isto a propósito do jornal ter publicado um artigo altamente tendencioso de Louise Mensch, conhecida e desacreditada devido à sua paranóia anti-russa. Depois de se apresentar como alguém que "acompanhou de perto a história da pirataria russa", ela lista 25 pessoas pelo nome, incluindo vários conselheiros de Trump, bem como os magnatas da Internet Mark Zuckerberg e Peter Thiel, que devem ser levados perante o Comité de Inteligência da Câmara para interrogatório junto com executivos sem nome de várias corporações e bancos. "Na verdade, alguns críticos têm sugerido que a imprensa mainstream dá demasiada credibilidade a teorias de conspiração duvidosas sobre a Rússia, teorias que muitos democratas abraçaram no seu desejo de minar Donald Trump. Comentaristas liberais como Rachel Maddow e Keith Olbermann estão começando a soar um pouco como Glenn Beck durante o pico dos anos negros. Qualquer afirmação sobre actos nefastos de Vladimir Putin - por exemplo, de que a Rússia invadiu a rede eléctrica de Vermont ou de considerar o Blogue de esquerda Naket Capitalism como propaganda do Estado russo - é amplamente difundida por especialistas. O Times faz escolhas específicas sobre as vozes que valem a pena ouvir. Disse que e Mensch é uma pessoa cujos pensamentos devem estar no jornal. Mas só se pode pensar isso se alguém abandonou todos os padrões do que constitui uma opinião fundamentada sobre a Rússia. O artigo é simplesmente uma repetição das várias acusações que Mensch tem freneticamente feito no Twitter, Esta ex conservadora britânica é das pessoas menos credíveis da Internet. Ela acredita sinceramente que Andrew Breitbart foi assassinado por Vladimir Putin , que a Rússia está operando secretamente as redes públicas wifi no seu bairro e que a menina de 15 anos que Anthony Weiner violou era na verdade um hacker na folha de pagamento do Kremlin. Os filhos de Mensch, também, parecem pensar que ela está doente da cabeça. Ela mesmo confessou que os filhos, quando algo dá errado em casa, dizem: 'São os russos? ...Mas Mensch não se limita a especulações sobre os actos secretos do país. O New York Times, ao estabelecer como um comentarista político legítimo alguém que pensa que os floristas no Upper West Side estão monitorizando a sua Internet, caiu no total descrédito."

Afinal...

WikiLeaks‏Conta verificada @wikileaks  19 hHá 19 horas
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 BREAKING: U.S. House Intelligence Committee confirms U.S. spies intercepted Trump team communications "on numerous occasions" #Vault7. 

Fouda intrevista Assange


Dark Matter

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WikiLeaks press briefing today, Thursday 10am ET / 2pm GMT / 3 CET. Ask questions now with #AskWL.
 
"Hoje, 23 de Março de 2017. O WikiLeaks lança o Vault 7 "Dark Matter" que contém documentação para vários projectos da CIA que infectam o firmware da Apple Mac Computer (o que significa que a infecção persiste mesmo se o sistema operacional for reinstalado) desenvolvido pela Embedded Development Branch (EDB). Esses documentos explicam as técnicas usadas pela CIA para ganhar persistência' em dispositivos Apple Mac, incluindo Macs e iPhones e demonstrar o uso de EFI / UEFI e malware de firmware. Entre outros, esses documentos revelam o projecto "Sonic Screwdriver" que, como explicado pela CIA, é um "mecanismo para executar códigos em dispositivos periféricos enquanto um computador ou desktop Mac é inicializado", permitindo que um atacante inicialize o seu software de ataque. Um stick USB mesmo quando uma senha de firmware está habilitada. O "Sonic Screwdriver da CIA é armazenado no firmware modificado de um adaptador Apple Thunderbolt-to-Ethernet. DarkSeaSkies é um implante que persiste no firmware EFI de um computador Apple MacBook Air e consiste de "DarkMatter", "SeaPea" e "NightSkies", respectivamente EFI, kernel-espaço e implantes de espaço de usuário. Documentos sobre o malware MacOSX "Triton", seu infector "Dark Mallet" e a sua versão persistente de EFI "DerStake" também estão incluídos nesta versão. Enquanto o manual DerStake1.4 lançado hoje data de 2013, outros documentos do Vault 7 mostram que a partir de 2016 a CIA continua a confiar e actualizar esses sistemas e está trabalhando na produção do DerStarke2.0. Também está incluído nesta versão o manual para o "NightSkies 1.2" da CIA, uma "ferramenta de baliza / carregador / implante" para o iPhone da Apple. Notável é que NightSkies tinha atingido 1,2 por 2008, e é expressamente projectado para ser fisicamente instalado em fábrica iPhones fresco. Ou seja, a CIA tem vindo a infectar a cadeia de fornecimento do iPhone de seus alvos, pelo menos, desde 2008. Embora os activos da CIA às vezes sejam usados ​​para infectar fisicamente os sistemas sob a custódia de um alvo, é provável que muitos ataques de acesso físico da CIA tenham infectado a cadeia de suprimento da organização alvo, incluindo a interdição de ordens de correio e outros embarques (abertura, infecção e reenvio) Estados Unidos ou de outra forma".

Ataque ISIS

Estado islâmico prontamente assumiu a responsabilidade por esse ataque eo ataque ao carro de Londres não foi diferente, porque há momentos o Estado Islâmico, Através de sua agência de notícias Amaq, reivindicou a responsabilidade pelo ataque que matou 4 e disse que o atacante de Londres era um "soldado do Estado Islâmico" e acrescenta que o "atacante respondeu à chamado para atacar os países da coligação anti-ISIS 

#Update Man behind #London attack "was an #ISIS soldier" - terror group claims #Westminster attack in several languages through Amaq.
12:30 PM - 23 Mar 2017

terça-feira, 21 de março de 2017

Sauditas implicados?

Cerca de 800 famílias das vítimas do 9/11 e de 1.500 socorristas, bem como outros que sofreram com os ataques, já entraram com uma acção contra a Arábia Saudita. Um relatório, arquivado num tribunal federal de Manhattan, descreve o papel dos saudita nos ataques terroristas, sobretudo dos funcionários das embaixadas do reino que apoiaram Salem al-Hazmi e Khalid Al-Mihdhar uns meses antes do 11 de Setembro. Supostamente ajudaram a encontrar apartamentos, aprender inglês e obter cartões de crédito e dinheiro. E também a "misturarem-se na paisagem americana". A recente libertação de detalhes dos relatórios do FBI veio fortalecer as crescentes suspeitas. Embora o governo dos EUA minimizasse as descobertas, até alguns legisladores expressaram a sua preocupação. Agora, o documento Pix 11 descreveu o processo baseado em informações de investigações do FBI: "A acção também produz evidências de que funcionários da embaixada saudita na Alemanha apoiaram o terrorista Mohamed Atta. Afirma mesmo que um oficial saudita estava no mesmo hotel na Virgínia com vários sequestradores dos aviões na noite anterior aos ataques". Também alega que "alguns deles tinham marcadores especiais nos seus passaportes, identificando-os como simpatizantes da Al-Qaeda". De acordo com o processo, apresentado pela firma de advogados de aviação Kreindler & Kreindler, "os membros da realeza saudita, que durante anos tentaram obter favores com os fundamentalistas para evitar perder o poder, sabiam que os fundos das instituições de caridade sauditas estavam sendo canalizados para a Al Qaeda". A firma Kreindler insiste que o envolvimento saudita ocorreu e foi descaradamente malicioso. "Os sauditas afirmam ser aliados dos EUA contra o Irão, enquanto ao mesmo tempo estão trabalhando com os terroristas. Não há dúvida de que eles tiveram uma mão nos ataques de 11 de Setembro".
Tanto o presidente Obama, como George Bush antes dele, desfrutou de um relacionamento acolhedor com o reino. A família Bush teve uma longa e lucrativa história com o regime saudita sobre os interesses do petróleo compartilhado. Obama continuou a proteger o relacionamento em curso, aprovando biliões de dólares em vendas de armas para o reino. Ele também apoiou o ataque da monarquia ao Iémene, onde milhares de civis foram mortos com armas fornecidas pelos americanos. O presidente Trump criticou anteriormente os sauditas, reconhecendo mesmo o seu papel nos ataques de 11 de Setembro quando as 28 páginas foram liberadas. No entanto, desde que tomou posse, aproximou-se da Arábia Saudita, aprovando até mesmo um acordo de armas que Barack Obama tinha rejeitado. Continuou bombardeando o Iémene e a Exxon Mobil, cujo ex-CEO agora é secretário de Estado de Trump, tem um histórico de negócios com os sauditas. (Via Zero Hedge)

Dries Van Noten

Estreou ontem no Festival Internacional de Cinema Documentário de Copenhaga um filme sobre o designer Dries Van Noten realizado por Reiner Holzemer que demorou anos a convencer o criador belga a entrar no projecto. "Ele é muito particular, não pertence ao chamado circo da moda, disse o cineasta que já tinha feito um documentário sobre o fotógrafo Juergen Teller. O estilista formado na escola de Antuérpia passa longas horas no estúdio, um antigo armazém de vinho e bebidas espirituosas à beira-mar, trabalhando com a sua equipa. "É muito flamengo no sentido do comportamento e da disciplina de trabalho que é uma grande parte da sua vida". Apesar do início do ano 2000 ter sido duro, Dries Van Noten lutou para manter a sua independência das grandes multinacionais. Sente-se bem no seu mundo que se resume ao jardim cheio de flores da casa, ao estúdio, ao parceiro e ao seu cão. Uma vida simples. Longe da agitação dos grandes centros como Paris, Londres ou Nova Iorque. Nada de festas. Basta-lhe o jantar maravilhosamente preparado e um bom vinho para relaxar.

Amal Clooney

Julian assange‏
@julianassangewl
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#GeorgeClooney’s #Muslim Wife Stuns #Hollywood, Says 7 Words at #UN:

DON'T LET #ISIS GET AWAY WITH #GENOCIDE! (Diz sete palavra chocantes)

Art Recors Covers

A história da arte mais recente está representada nas capas dos álbuns. Desde os anos 50 até hoje, o historiador de arte Francesco Spampinato reuniu 500 capas e registos de artistas visuais num livro editado pela Taschen com o título de Art Record Covers. Explorando o modernismo, a pop art, a arte conceptual, o pós-modernismo e várias outras formas de arte contemporânea, contribui para o renascimento daquilo que qualificou de "um conceito ampliado da arte", embora num pequeno espaço. Escolhi alguns que considero relevantes como DayDtream Nation dos Sonic Youth com a assinatura de Gerard Ritcher, um rosto de Basie County da autoria de Andy warhol. Gosto muito da foto a preto e branco da cantora Bat For Lashes captada por Ryan McGinley. Fresca e apetitosa, a capa de Guyton Walker para o duo Blondes. E, obviamente, a fantástica imagem do ovo esguichando a gema de Urs Fisher que condiz com o som dos Yeah Yeah Yeahs. Sem esquecer a banana dos Velvet Underground ou a icónica Black Flag de Raymond Pettibon que representa a subcultura. Genial!

Revistas


segunda-feira, 20 de março de 2017

Estado Islâmico

O Estado Islâmico (IS) revelou o lançamento de "Al-Bayan Channel", um canal de televisão através do qual transmite programação para as pessoas nos seus territórios. Mostra um vídeo focado em dois combatentes estrangeiros e seus filhos em Raqqa. A província de Ninawa do ISIS, no Iraque, lançou um vídeo com um médico, uma criança e um lutador com deficiência como terroristas suicidas, bem como imagens de ataques aéreos não tripulados.
Mas as forças iraquianas prenderam o "Ministro da Indústria" do ISIS e seu assistente, segundo o correspondente de Al Arabiya. O tenente Raed Shaker Jawda anunciou que a força de reacção rápida da polícia Federal libertou 90% da cidade velha de Mosul e está a 100 metros da antiga ponte.
Entretanto, uma explosão de carro-bomba matou hoje pelo menos 23 pessoas e feriu mais de 45 num bairro xiita de Amil no sul de Bagdade, segundo fontes policiais e médicas. A explosão ocorreu numa movimentada rua comercial. Foi um ataque suicida do Estado Islâmico.
Os militantes da ISIS capturaram hoje no distrito de Bab Jadid um coronel da polícia iraquiana e mais oito oficiais no oeste de Mosul depois que eles ficaram sem munições durante ferozes confrontos ocorridos esta manhã. Não me parece que as coisas estejam a correr tão bem como dizem as notícias oficiais.

Sondagem Gallup


Imprensa livre?

Segundo uma sondagem da Gallup, apenas 7 por cento dos jornalistas americanos se assumem como republicanos. "Isto explica todas as notícias falsas e a propaganda dos media que está sendo publicada actualmente. É importante lembrar a pouca diversidade de opiniões existente entre a nossa imprensa dita independente. Uma pesquisa feita em 2013 descobriu que a maioria dos shills se esconde sob o manto de "independente", enquanto cerca de 30% se declara democrata. Com apenas um punhado de chamados republicanos nas redacções dos Estados Unidos, como é que podemos ter honestamente uma "imprensa livre? Aliás, a confiança dos americanos nos seus meios de comunicação está a diminuir tragicamente. Quando se deixa de lado 50% da sua base de espectadores / leitores no processo, isso não é exactamente um bom modelo de negócios para o sucesso jornalístico". (Via iBankCoin.com).