O gigante sueco dos móveis baratos e modernos confirmou ter recorrido à mão de obra na RDA durante a década de 70 e inícios de 80, na altura integrada no bloco soviético. Jeannette Skjelmose, membro da direcção da empresa, afirmou que desconhecia o detalhe do trabalho forçado, até de muitos dissidentes políticos. "Lamentamos profundamente que isso tenha acontecido", comentou.
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