Li umas notas sobre este livro de
Marilyn Yalom, professora americana de literatura, sobre nove séculos de romantismo francês. Invoca termos como
rendez-vous,
ménage à trois ou
amour fou dos surrealistas. Fica rendida ao amor livre do horroroso casal Sartre e Simone de Beauvoir. Diz que sentia no ar parisiense uma "latente sensualidade". Tudo magnífico, só não conseguiu engolir o Marquês de Sade. Sinceramente, as estratégias amorosas dos franceses não me interessam.
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