São dois gigantes da pintura britânica. Conheceram-se em 1945 e tornaram-se grandes amigos.
Lucien Freud pintou este retrato de
Francis Bacon que se repartia entre os bares frequentados por marginais e as tertúlias intelectuais londrinas. As telas de ambos artistas produzem um impacto seco e directo proveniente do distúrbio provocado por uma beleza estranha. Convulsiva, incómoda e até grotesca. Embora os corpos do irlandês sejam mais amorfos e desprovidos de estrutura.
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