"..Entretanto, em muitos serviços informativos, a narrativa passou a ser em três tempos: a crise nacional + um drama internacional + um crime de faca e alguidar (não necessariamente por esta ordem). Quem quer pensar o jornalismo que não temos?" (João Lopes). Claro que tudo isto contribui para dar facadas na democracia. É a técnica da mentira e do embrutecimento. Há dias ouvi António Costa dizer com a maior das caras de pau, naquele programa dos "Marretas" das quintas-feiras, "aqui o Pacheco Pereira voltou, depois dos cavaquismos, às suas origens libertárias. Han? O presidente da Câmara de Lisboa não deve saber o significado de libertário. As origens do coleccionador de livros (o que nada tem a ver com cultura) são estalinistas. De admirador de Mao passou a defender a guerra do Iraque de George W. Bush. Mas estamos a falar de quê? Desta cambada que nunca mais desaparece de cena.
adios amigos
Há 10 anos

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