Num simpósio
Laurent Joffrin, editor do
Nouvelle Observateur, disse que a reputação da imprensa francesa era péssima. Os números das vendas nas bancas confirmam este julgamento lapidar. Os resultados entre Janeiro e Maio de 2013 são impressionantes. O jornal
Le Monde desceu 18%, enquanto a queda de
Les Échos foi de 9% e a do
Le Fígaro de 6 por cento. Mais dramática ainda é a situação do
Libération que está em vias de desaparecer dos pontos de venda. O afundamento é inevitável já que só em Maio baixou 44%. Os rumores dentro da redacção, alguns evidenciando uma militância irrealista não encorajaram nada as vendas. "A este ritmo, o jornal vai-se transformar num quotidiano apenas vendido nos 5º e 6º bairros de Paris. Resta-lhe a Internet ou o envio de borla para os cabeleireiros da moda. Em Maio as vendas gratuitas atingiram os 28.000 exemplares contra os 36.000 vendidos nos quiosques", afirmou
Joffrin.
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