Morreu a
Doris. Escritora e jornalista, era um mulher culta e justa. Sem paciência para conversas ociosas. Trabalhámos juntas numa revista de viagens, onde deixei de colaborar depois de ela ter saído. Nunca se coibiu de enfrentar os que se arrogam de ter poder. Foi dispensada do
Expresso onde fazia crítica literária por ter qualificado o livro
Rio das Flores da autoria de
Miguel Sousa Tavares como uma obra menor.
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