sexta-feira, 4 de maio de 2018

Pamela defende Assange


"Assange está em grave perigo. É odiado porque os Clintons controlam os media", disse Pamela Anderson que é próxima do editor da Wikileaks. Foi afastada da embaixada quando tentou visitá-lo no mês passado. A última vez que falou com Assange foi em 27 de março, no dia em que o acesso ao mundo exterior foi interrompido. "Ele encontra-se isolado de todos", afirmou a actriz ao Hollywood Reporter numa entrevista publicada na quarta-feira. “A qualidade do ar e da luz na embaixada é terrível. Não consegue manter as janelas abertas e nem ver a luz do sol" acrescentou. Assange buscou refúgio dentro da embaixada equatoriana em 2012, temendo ser extraditado para os EUA porque o WikiLeaks tinha publicado milhares de documentos do governo dos EUA relacionados com as guerras do Iraque e do Afeganistão em 2010. "Foi injustamente acusado de tantas coisas. É tão incompreendido ... especialmente em Hollywood. Eu sempre tento humanizá-lo porque as pessoas pensam que ele é um robô ou uma tela de computador," sublinhou Anderson que apareceu em Abril no 'Good Morning Britain' da ITV onde expressou medo de que ele pudesse morrer dentro da embaixada. Nascida no Canadá, Pamela tornou-se cidadã dos EUA durante a sua estreia em Hollywood nos anos 90. Desde então, trocou as praias de Malibu pela Riviera Francesa, vivendo em Marselha com o namorado Adil Rami.

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