Os países emergentes, capitaneados pela China, investem mais nos países desenvolvidos do que o inverso. Os seus mercados naturais são os Estados Unidos, o Japão, o Canadá e a Austrália. No espaço europeu, que se afunda na crise, só lhes interessa a Alemanha e o Reino Unido. Investem na indústria, nos serviços, na energia e bens de consumo, passando ainda pelas matérias primas, medias e distribuição. É uma tendência que sublinha a internacionalização crescente das grandes empresas desses países que esperam tornar-se líderes mundiais.
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