A Hungria pagou ao Fundo Monetário Internacional a totalidade do empréstimo antes de 31 de Março de 2014, o prazo que havia sido definido. Tinha recebido um empréstimo de cerca de 14,5 milhões de euros em 2009, o que salvou o país da falência. Segundo o Banco Nacional Húngaro, os pagamentos ao FMI começaram em Setembro de 2012 e o último, no valor de 7,21 milhões de euros, foi realizada Julho. As relações com o FMI foram difíceis desde a chegada ao poder de
Viktor Orban, em 2010. As negociações que começaram em 2011 para um novo empréstimo foram concluídas no início de 2013 por divergências sobre vários assuntos, incluindo a natureza do empréstimo e da política económica de Budapeste. No ano passado, o governo fez uma campanha publicitária a criticar a "interferência" do FMI na política húngara. Os partidos da oposição discordaram do reembolso antecipado, vendo-a como uma "ferramenta de propaganda caro" antes das eleições em 2014.
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