Estamos vivendo numa época de jovens heroínas árabes que fomentam uma mudança radical das sociedades onde vivem. É o caso de
Malala Yousafzai, que depois de ser sido baleada na cabeça pelos talibãs, corajosamente escolheu falar na ONU. O activismo da autora de
Wadjda expressa-se através dos filmes apesar de não existir uma indústria cinematográfica na Arábia Saudita. Depois de completar os seus estudos no Ocidente, H
aifaa Al-Mansour decidiu dar voz às mulheres do seu país que considera "ser muito difícil e conservador". A protagonista, baseada na infância da própria realizadora, prefere ouvir rádio pirata a estudar o Corão com as suas colegas de escola.
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