quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Não ou sim

Eu gostei do discurso de Obama. Foi sensato dar mais uma chance à diplomacia, mas continua a admitir a possibilidade de um ataque militar à Síria no caso da proposta da Rússia não passar de uma maneira de ganhar tempo. Repetiu que o plano prevê "um ataque direccionado para um objectivo definido que é dissuadir o uso de armas químicas, reduzindo assim a capacidade de Baschar al-Assad de as utilizar. Mas também sublinhou que não se trataria de uma "alfinetada leve porque o exército dos Estados Unidos não fazem alfinetadas". Mesmo um ataque limitado seria enviar uma mensagem a Assad que "nenhuma outro país tem capacidade para oferecer".

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