No dia 11 de Setembro houve um debate no
Lincoln Center sobre o documentário
The Informant que já ganhou vários prémios e tem recebido críticas tanto da esquerda como da direita.
John McKay, que era membro de uma organização de esquerda radical e fazia cocktails Molotovs com uma mistura de napalm caseiro interveio por skype. E
Brandon Darby, que o ajudou a encarcerar na qualidade de informador do FBI, também participou. O realizador
Jamie Metzer afirmou que o filme era um "confronto de perspectivas, permitindo ao público tirar as suas conclusões". Gira em torno da figura polémica de
Brandon Darby, através de uma combinação de histórias e encenações, desde as suas ligações ao
Common Ground, à guerrilha urbana, a organizações islâmicas e a Hugo Chavez. "Eu queria perceber as razões que levaram um activista radical a trabalhar com o FBI", sublinhou o director do filme que praticamente se reduziu ao papel de moderador. "Há pessoas que devido aos traumas e dramas de vida não sabem lidar com as emoções. A política é importante para mim e espero que um diálogo saudável sobre a vigilância e a violência dentro das comunidades políticas levem as pessoas a reflectir ", disse
Darby. Quanto a
McKay que tinha planos para atacar a Convenção Republicana em 2008, referindo-se ao homem que o entregou ao FBI, salientou: "Quem percorre um caminho tão tortuoso, nada ter a ver com a ver com direita ou esquerda, é alguém que precisa de ser gostado ou odiado. Pelo menos foi isso que vi no filme".
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