A cidade de Roma com cerca de 2,6 milhões de pessoas tem vindo a ser socorrida pelo governo central desde 2008 e "o resgate vai continuar os próximos anos, porque ao contrário da propaganda, a economia italiana continua a piorar a cada mês que passa" (
Zero Hedge). Segundo a ANSA a taxa do desemprego italiano subiu em Janeiro para 12,9 %, enquanto a dívida pública do país é de 136 por cento do PIB.
Matteo Renzi, que vai ser de pouca dura, é o terceiro primeiro-ministro não eleito da Itália desde Novembro de 2011.
Mario Monti durou 13 meses e o seu sucessor,
Enrico Letta nem sequer chegou a estar um
ano no cargo. Há em Itália um passado, constrangimentos, uma mentalidade que é difícil de ultrapassar. "Um drama político interminável reflectido na competição pelo e poder e os recursos no meio de uma crise económica enraizada. Incapazes de colocar a casa em ordem, as elites italianas estão novamente debatendo em torno de uma solução, desta vez com o risco de perder a legitimidade democrática" (
The Guardian).
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