O filósofo francês
Luc Ferry acabou de publicar
L`Innovation Destructice, um livro onde observa que a inovação é vital para as economias mas também têm efeitos negativos porque pode criar desemprego, desigualdade e até mesmo decadência. Apoia a sua teoria no conceito do economista austríaco
Joseph Schumpeter (1883-1950). "Quem acredita seriamente que seremos mais livres e felizes porque temos a última versão de smarthfone?"Uma boa pergunta. Tudo se torna obsoleto rapidamente umento, obrigando-nos a comprar novos produtos. Demonstra ainda que a arte contemporânea, a arte da ruptura permanente, é a própria expressão quimicamente pura dessa inovação destrutiva. É por isso que se torna tão agradável para os grandes capitalistas. Dá como exemplo o
Ferrari Dino colocado sobre uma base branca que é vendido por 180.000 euros. Como recorda Kandinsky, autor do famoso triângulo que destaca o conceito de vanguarda do génio inovador: "A dissonância pictórica e musical de hoje é nada mais do que a consonância de amanhã".
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