Na Victoria Park de Hong Kong para evocar a tragédia de 4 de Junho de 1989, quando as forças armadas chinesas reprimiram manifestantes que há semanas se reuniam na Praça da Paz Celestial em Pequim para exigir democracia, prestação de contas do governo e liberdades civis. "Mas a memória de Tiananmen há muito é contestada, disse
Edmund Cheng, cientista político da Universidade Batista de Hong Kong, que estudou a história da vigília anual da cidade - o único lugar em solo chinês onde a comemoração do evento é permitida.Enquanto o campo pró-democracia há muito tempo usa a vigília para gravar a repressão brutal do Partido Comunista na memória colectiva dos cidadãos e mobilizar os democratas de Hong Kong. A vigília continuou a atrair grandes participantes ao longo dos anos. DEpois a participação foi declinando, quando aconteceu a deslocação de população da China para Hong Kong. A vigília desta noite (4 de Junho) pode reverter essa tendência e ter uma participação recorde, no meio da ira pública sobre uma proposta de lei de extradição que permitiria ao governo de Hong Kong enviar pessoas suspeitas de crimes para jurisdições com as quais não tem acordos de extradição, incluindo a China continental.
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