Já inaugurou a 12ª Bienal de Lyon que foi fundada por
Thierry Raspail, o director do museu local, mas a direcção artística foi entregue ao norueguês
Gunnar Kvaran. Esta edição baseia-se nas "inúmeras narrativas do mundo" que são palavras do filósofo francês
Roland Barthes. Participam artistas consagrados como Yoko Ono, Jeff Koons, Robert Cober, Matthew Barney, Fabrice Hyber, Tom Sachs e Paul Chan que nos últimos 15 anos colaboraram com o curador. Mas há também jovens artistas envolvidos. É o caso de Ed Atkins, Nate Lowman, Helen Marten e James Richards. Dos artistas convidados destaca-se o brasileiro
Paulo Nimer Pjota que ocupa a fachada principal de uma antiga fábrica de açúcar, agora transformada em museu. Quanto ao título da bienal
Meanwhile...Suddenly, And Then parece-me um tanto arrevesado. Quanto a mim, não quer dizer rigorosamente nada.
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