Segundo um relatório da
União Europeia, 43% das empresas que operam na UE estão enredadas na corrupção de que resultam custos económicos estimados em € 120.000.000.000. A natureza e o nível da corrupção, bem como a eficácia das medidas tomadas para combater esse fenómeno, variam de estado para estado. O que na Grécia, Espanha e Itália se generalizou, é uma ocorrência rara na Dinamarca, Finlândia e Suécia. Estes resultados coincidem com o índice de percepção da Transparência Internacional que coloca a Grécia em último lugar nos países da União Europeia junto com a China. Os sectores da construção nas áreas urbanas e da saúde são os mais vulneráveis à corrupção que, de acordo com a comissário europeia
Cecilia Malmstrom "mina a confiança dos cidadãos nas instituições democráticas do estado de direito e prejudica a economia, privando os governos das receitas fiscais de que precisam desesperadamente" (
Via Reuters).
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