Foi apresentado na TV francesa um documentário sobre
Bernard-Henri Levy, o filósofo da camisa branca e peito aberto às balas. Pretenciosamente ridículo. Mas o filme de
Yvan Martinet, que o acompanhou na visita à Ucrânia, parece ser uma obra rigorosa e honesta. O intelectual "livre e engagé", como se define, deu uma entrevista ao
Fígaro onde diz que as anfetaminas por vezes ajudaram-no imenso. "Há uma tradição dos escritores franceses consumirem substâncias psicotrópicas", afirmou mencionando Artaud, Henri Michaux, Baudelaire e Theophile Gualtier. Condenou o "odioso" espectáculo montado à volta de
Sarkozy e acusou
Vladimir Putin de ser um aliado de todas as extremas direitas. "O seu verdadeiro projecto visa desmantelar politicamente e ideologicamente a União Europeia". Provavelmente tem razão.
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