O jornal
Finantial Times fala da aliança
Merkenzi como possível motor da Europa. Junta assim o primeiro ministro italiano
Matteo Renzi, cujo partido teve um desempenho eleitoral como nenhum outro em Itália desde 1958, com
Angela Merkel que não se cansa de o elogiar. A Europa precisa de líderes pragmáticos, mas também deve abandonar aquele papel de "tia velha e chata".
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